Drones no transporte de cargas

Não há dúvida que o transporte rodoviário de cargas tem uma importante participação nos congestionamentos urbanos e no desgaste do sistema viário. Além disso, apresenta uma elevada taxa de emissão de monóxido de carbono e outras substâncias poluentes.

 

Por outro lado, a partir de 2012 os robôs voadores conhecidos como drones começaram a evoluir da condição de mero brinquedo com controle remoto para equipamentos profissionais nos serviços de fotografia e filmagens e agora estão entrando na era do serviço de transporte.

 

Os drones podem imprimir maior velocidade à distribuição física, sendo capazes de atuar com confiabilidade em entregas urgentes, além da vantagem adicional de poderem ser rastreados ao longo de todo o percurso.

 

É previsível que haja uma tendência no crescimento do uso de drones para entregas urgentes de pequenos volumes, sobretudo no atendimento de áreas remotas, bem como no coração das grandes metrópoles, conquistando uma fatia do mercado que atualmente vem se utilizando dos serviços de “courier” e de “motoboys”.

 

Amazon, Google e DHL já vem fazendo testes com drones para a entrega de pequenos volumes vendidos via e-Commerce, respectivamente, nos Estados Unidos, na Austrália e na Europa. A maior dificuldade técnica observada é o custo, uma vez que o atual projeto dos drones precisa ser adaptado ao serviço de transporte, recebendo baterias mais robustas, além de incorporar tecnologias como TMS e WMS.

 

No caso brasileiro, há ainda um problema de ordem operacional: os drones podem facilmente se tornarem vítimas do roubo de cargas, serem abatidos como objeto preferencial de “tiro ao alvo” ou “serem achados” por “balas perdidas”. Ou seja, apesar das possibilidades oferecidas pelos drones, fica evidente que ainda há um longo caminho a ser percorrido.

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